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domingo, 7 de novembro de 2010

FIM

Um ladrar quase inaudível de um cão na madrugada, mas suficientemente claro para registrar minha insônia, meu rolar nos lençóis, mais uma longa e tenebrosa noite. Um clarear acinzentado filtra por uma fresta entre as telhas, à noite furtiva partindo, como foi um dia, não minha cara metade, pois de mim nada restou. Ady Alves Ferreira 

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